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Síndrome de Guillain-Barré: os pacientes do Brasil são diferentes?

  • Foto do escritor: João Urbano
    João Urbano
  • 7 de mai. de 2025
  • 1 min de leitura



Relembrando um artigo publicado em 2018 ainda no período da graduação, onde analisamos uma grande coorte de pacientes com Síndrome de Guillain-Barré (SGB). Apesar de considerada rara, a doença é a principal causa de paralisia flácida aguda na emergência. 


É uma polirradiculoneuropatia inflamatória pós-infecciosa e majoritariamente monofásica e com risco de evolução para insuficiência respiratória. Isso quer dizer que a doença tem uma fase de piora, na qual o paciente pode precisar de auxílio para respirar, e uma fase de melhora que pode ser lenta.


A predição para o paciente estar andando em 06 meses pode ser avaliado por meio de uma escala prognóstica chamada EGOS. Essa escala é validada para população europeia, mas será que tem a mesma acurácia na população do brasileira? 


Um dos principais achados do estudo foi da não correlação entre a pontuação da escala e o desfecho. A principal hipótese para o achado foi de a população acomtida ser mais jovem e com perfil de infecção precedente diferente, com maior representação de arboviroses antecedendo o quadro de SGB.



📚Dourado Júnior MET, Fernandes UT, Ramos ES, et al. Egos has a reduced capacity to predicts GBS prognosis in Northeast Brazil. Acta Neurol Scand. 2018;138(5):459-462.

 
 
 

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